Chaise-Longue

Outubro 01 2016

O surgimento, tarde e a más horas, da búlgara Kristalina Georgieva como candidata ao lugar de secretário-geral da ONU não a coloca apenas mal a ela mas também à própria organização .

À ONU dado que, depois de parecer que iria realizar um processo transparente e participado, acabou por aceitar que o mesmo fosse inquinado, ao serem de certo modo lançadas para a sarjeta as sessões já realizadas com os candidatos que tempestivamente se submeteram à tramitação que fora definida .

À (não)Kristalina Georgieva por surgir de forma intempestiva num jogo que já se encontrava a decorrer, quando nem sequer integrava o banco dos suplentes ...

O aparecimento de Georgieva é tão abstruso e incongruente que nem o seu país natal - a Bulgária - a apoia, mantendo ainda a candidata que desde a primeira hora escolheu .

Era desejável - embora pouco provável, atento o passado da ONU e o descrédito que vem acumulando - que o processo regressasse à sua pureza original, voltando a desenvolver-se de uma forma bem mais límpida do que os anteriores .

publicado por Loscar Elmano às 10:23

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